domingo, 26 de abril de 2015

Imitação dos fósseis da Chapada do Araripe

Muita gente tem fascinação pelos fósseis, registros de seres que habitaram o planeta há milhões de anos.










No Brasil o comércio de fósseis é proibido -


Decreto-Lei 4.146 de 1942.



Dispõe sobre a proteção dos depósitos fossilíferos:



“Artigo 1º - “... os depósitos fossilíferos são propriedade da Nação, e, como tais, a extração de espécimes fósseis depende de autorização prévia e fiscalização do Departamento Nacional da Produção Mineral, do Ministério da Agricultura.”

É interessante notar que durante muito tempo este Decreto-Lei foi distribuído pelo DNPM com a seguinte nota explicativa: “Assim, pois, todo o particular que, sem licença expressa do Departamento Nacional da Produção Mineral, do Ministério da Agricultura, estiver explorando depósitos de fósseis, estará sujeito à prisão, como espoliador do patrimônio científico nacional”.



Devido a isso criamos estas imitações, que são desenhos gravados na pedra calcária através do uso do ácido muriático. Estão disponíveis na nossa loja, na Rua Dom Francisco, n° 57, em Nova Olinda, Ce.

Para mais informações sobre a legislação, acesse:http://www.mp.pi.gov.br/internet/phocadownload/artigos/47.htm


sábado, 25 de abril de 2015

Ceará


Impressionante pintura corporal


Raul Seixas

Raul Seixas (1945-1989) foi um músico, compositor e cantor brasileiro, um dos grandes representantes do rock no Brasil. É conhecido por músicas como “Maluco Beleza” e “Ouro de Tolo”.

Raul Santos Seixas (1945-1989) nasceu em Salvador, Bahia, no dia 28 de junho de 1945. Desde a adolescência, ficou impressionado com o fenômeno do Rock and Roll, o que levou a criar uma banda chamada "Os Panteras". Lançou o seu primeiro disco em 1968, “Raulzito e seus Panteras”. Mas o sucesso veio mesmo depois do lançamento do disco “Krig-ha, Bandolo!” (1973), cuja música principal, “Ouro de Tolo”, fez grande sucesso no Brasil. O disco tinha outras músicas de grande repercussão, como “Mosca na Sopa” e “Metamorfose Ambulante”.

Raul Seixas se envolveu com ocultismo, estudou filosofia e psicologia, o que o fez um dos poucos compositores a tentar imprimir suas idéias em letras aliadas ao som vibrante do Rock, juntamente com ritmos nordestinos.

Em 1974, criou a Sociedade Alternativa, um conceito de sociedade livre inspirada no ocultista Aleister Crowley e que foi tema de uma de suas canções do disco "Gita" (1974).

Raul Seixas produziu bons trabalhos como "Novo Aeon" (1975), "Metrô Linha 743" (1983), "Uah-Bap-Lu-Bap-Lah-Béin-Bum!" (1987) e "A Panela do Diabo"(1989), este último, em parceria com o roqueiro Marcelo Nova. Raul Seixas foi considerado um dos maiores músicos brasileiros, com grande número de admiradores.


Raul Seixas enfrentou sérios problemas com o álcool. Faleceu no dia 21 de agosto de 1989, com apenas 44 anos, vítima de pancreatite aguda.

quarta-feira, 22 de abril de 2015

É melhor escapar fedendo do que morrer cheiroso.


Bar, doce bar...


O freguês educado


Tubarão que confia em piranha...


Cavalos Marinhos


Símbolo da Pedagogia


A coruja simboliza a reflexão, o conhecimento racional e intuitivo. Na mitologia grega, Athena, a deusa da sabedoria, tinha a coruja como símbolo. A palavra inglesa para definir coruja é owl.
Os gregos consideravam a noite o momento propício para o pensamento filosófico. Pela sua característica de animal notívago (noturno), era vista pelos gregos como símbolo da busca pelo conhecimento.
Havia uma tradição que dizia que quem come carne de coruja adquire seus dons de previsão e clarividências, mostrando poderes divinatórios.
Enquanto todos dormem a coruja fica acordada, com os olhos arregalados, vigilante e atenta aos barulhos da noite. Por isso, representa para muitas culturas uma poderosa e profunda conhecedora do oculto.
A coruja tem a particularidade de conseguir girar o pescoço em até 270º para observar algo ao seu redor, permanecendo com o resto do corpo sem o menor movimento. A grande capacidade de visão e audição torna as corujas exímias caçadoras.
A coruja é escolhida como mascote dos escoteiros e dos cursos universitários de Filosofia, Pedagogia e Letras.
O termo "coruja" geralmente é aplicado ao pai ou a mãe que ressalta com um certo exagero as qualidades dos filhos. É extensivo a outros familiares como tios, avós e outros.
Uma das espécies mais conhecidas é a coruja-buraqueira, que tem esse nome porque vive em buracos existentes no chão. Muitas vezes a coruja-buraqueira utiliza um buraco que foi feito e abandonado por outro animal, apesar de ser capaz de escavar o seu próprio buraco.

Maçonaria


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